Henry Wadsworth Longfellow

Capítulo 90. Evangeline

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Evangeline

E, como as marés do mar surja pelo mês de setembro, Inundando algum fluxo de prata, cultive esparrama a um lago no prado, Assim morte inundou vida, e, o'erflowing sua margem natural, Esparrame a um lago salgado, o fluxo prateado de existência. Riquezas não tiveram nenhum poder para subornar, nem beleza para encantar, o opressor,; Mas tudo pereceram semelhante em baixo do açoite da raiva dele;-- Só, ai! o pobre, que não teve nem amigos nem criados, Rastejado morrer no almshouse, casa dos sem-lars, fora. Então nos subúrbios estava de pé, no meio de prados e bosques;-- Agora a cidade cerca isto; mas ainda, com seu portal e postigo Submisso, no meio de esplendor, suas paredes humildes parecem ecoar Suavemente as palavras do Deus:--"O ye pobre sempre têm com você." Para lá, de noite e de dia, veio a Irmã de Clemência. O morrendo Observado na face dela, e pensamento, realmente, para ver lá Vislumbres de luz celestial cercam a testa dela com esplendor,
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