Ligações
E, como as marés do mar surja pelo mês de setembro,
Inundando algum fluxo de prata, cultive esparrama a um lago no prado,
Assim morte inundou vida, e, o'erflowing sua margem natural,
Esparrame a um lago salgado, o fluxo prateado de existência.
Riquezas não tiveram nenhum poder para subornar, nem beleza para encantar, o opressor,;
Mas tudo pereceram semelhante em baixo do açoite da raiva dele;--
Só, ai! o pobre, que não teve nem amigos nem criados,
Rastejado morrer no almshouse, casa dos sem-lars, fora.
Então nos subúrbios estava de pé, no meio de prados e bosques;--
Agora a cidade cerca isto; mas ainda, com seu portal e postigo
Submisso, no meio de esplendor, suas paredes humildes parecem ecoar
Suavemente as palavras do Deus:--"O ye pobre sempre têm com você."
Para lá, de noite e de dia, veio a Irmã de Clemência. O morrendo
Observado na face dela, e pensamento, realmente, para ver lá
Vislumbres de luz celestial cercam a testa dela com esplendor,