Henry Wadsworth Longfellow

Capítulo 78. Evangeline

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Evangeline

Na búfalo-carne e a carne de veado cozinhou nas brasas. Mas quando a refeição deles/delas era terminada, e Manjericão e todos seus companheiros, Usado com a marcha do dia longo e a perseguição do cervo e o bisão, Se estirado no chão, e dormiu onde o fogo-luz tremendo Flamejado nas bochechas morenas deles/delas, e as formas deles/delas embrulharam para cima nas mantas deles/delas, Então à porta da barraca de Evangeline ela sentou e repetiu Lentamente, com macio, baixo expresse, e o charme do acento índio dela, Todo o conto do amor dela, com seus prazeres, e dores, e contrários. Muito Evangeline lamentou ao conto, e saber que outro Coração infeliz como o próprio dela tinha amado e tinha sido desapontado. Movido às profundidades da alma dela por piedade e a compaixão de mulher, Ainda na tristeza dela agradada aquele que tinha sofrido estava perto dela, Ela relacionou o amor dela e todos seus desastres em troca. Emudeça com maravilha que o Shawnee sentou, e quando ela tinha terminado
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