C. S. (Clive Staples) Lewis

Capítulo 20. Espíritos em escravidão; um ciclo de letras

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Espíritos em escravidão; um ciclo de letras

Coisas das que nenhuma memória pode esquecer, Maravilhas estreladas que ela viu Pensando no verde de wildwood Com santidade. Para quem pode dizer Em que tripulação estranha ela amou jogar, Que demônios ou que deuses de velho Mistérios fundos até ela contaram A morto de noite em adoração dobrado Em santuários arruinados magnífico, Ou como os tremendo vão ela enviou Só no grande só Onde tudo são amados e tudo são conhecidos, Que ergue agora para cima os olhos iniciais dela E olhares ao redor de com surpresa macia No ruidoso, abarrotado honestamente, Os tolos de cidade que acernar com a cabeça e olhar fixo, O tribunal do bispo que junta lá, O faggots e a estaca enegrecida Onde os pecadores morrem para justiça' causa? Agora ela é fixa na pilha, A turba ainda cultiva um pequeno tempo, Cultive lo! antes do povo ansioso Para cima cachos uma linha magra, azul de fumaça. "Ai!" os burgueses cheio-alimentados choram, "Aquele encanto de mal tem que morrer!"
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