C. S. (Clive Staples) Lewis

Capítulo 14. Espíritos em escravidão; um ciclo de letras

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Espíritos em escravidão; um ciclo de letras

Uma madeira escondida entre os colina-topos verde, Cheio de fluxos macios e pouco ventos que rastejam Os ramos murmurantes entre. Uma xícara oca sobre o oceano colocado Onde nada áspero, nem alto, nem severo será, Mas luz de bosque e sombra interlaçaram E céu de verão e mar. Lá no crepúsculo fragrante eu elevarei Um altar secreto do gramado de mar rico, Whereat para oferecer sacrifício e elogio Até meu deus só: Sacrifício devido das próprias flores sonolentas dele, As papoulas enfraquecendo em uma concha de oceano Círculo que por todos os dias esquecidos e horas Os grandes mares teceram o feitiço deles/delas. Assim possa ele me envia sonha com querida delícia E desenhos de oblivion fresco, extinguindo dor,, E doces, meio-alertas momentos à noite Ouvir a chuva cadente. E quando ele me conhece ao crepúsculo de dia Me chamar casa para sempre, isto que eu pergunto,- Que ele pode me conduzir amigável naquele modo E não usa nenhuma máscara assustadora.
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