Ligações
Amanheca em sua sobrancelha aflautada pintou luz de arco-íris,
Feche em sua coroa alcantilada tremeu as estrelas à noite.
Aqui e lá em uma racha agrupada árvores contorcidas,
Ou a barba prateada de um fluxo pendurou e balançou na brisa.
Custo indireto alto, com um grito, as torrentes saltaram para o principal,
E silenciosamente borrifou abaixo em chuva perene magra.
Escuro no meio-dia fitando, escuridão era o desfiladeiro de Rua,
Úmido e resfriado era o ar, e a face dos precipícios era verde.
Aqui, na cova rochosa, amaldiçoado já de velho,
Em uma pedra no meio de um rio, sentou Rua e estava frio.
"Vale de sombras de meio-dia, vale de quedas silenciosas,,
Rua cantou, e a voz dele fez oca sobre as paredes,
"Vale de sombra e balança, uma prisão dolorosa para mim,
O que é a vida que você pode dar a uma criança do sol e o mar?"
E Rua surgiu e veio à boca aberta do glen,
De onde ele viu os bosques, e o mar, e casas de homens.
Largo assoou o comércio revoltoso, e funde no bem de narinas dele;