Henry Van Dyke
Capítulo 25. Música e Outros Poemas
Ligações
A ele o deserto era um lugar preparado
Para corações cansados descansar;
A ladeira era um blest de templo;
O vale gramíneo um banquete-quarto
Onde ele pudesse alimentar e poderia confortar muitos um convidado.
Com ele compartilhou o lírio
A alegria vital que se respira em flor;
E todo pássaro que cantou ao lado do ninho
Contado o amor que pensa o'er toda coisa viva.
Ele assistiu o pastor traga
O rebanho dele a pôr-do-sol para a dobra bem-vinda,
O pescador a arremesso de alvorada
A rede dele pelas águas fica cinzento* e frio,
E o dia todo o balanço de ceifeiro paciente
O foicinho encurvando dele pelo colheita-ouro.
Assim pelo mundo o modo de pé-caminho que ele andou,
Tomando o fôlego de céu em toda respiração;
E no sacrifício de noite de morte
Em baixo do céu aberto ele deu a alma dele a Deus.
Ele vai eu confio, e para meu objeto pegado de Mestre;
Ele vai eu sigo; e para a querida causa dele,
Deus do ar aberto,
A thee eu faço minha oração.