Edna St. Vincent Millay

Capítulo 38. O Abajur e o Sino

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O Abajur e o Sino

LAU. La, por meu pulmão! Eu sou como esfalfado Como um bebê novo-nascido! Whew! Me deixe pegar o ar! [Ela derruba as flores dela e assentos ela ao lado deles.] CARRO. [para as senhoras mais jovens e Anselmo, por via de cumprimentar.] Como quente o sol está adquirindo. ANS. 'Tis meio-dia perto, eu penso. GIO. 'Meio-dia de Tis. CLA. Nós temos que estar começando atrás. LAU. Não até que eu adquira minha respiração. RAF. Come,--eu o abanarei. [Ele a abana com uma filial,] LAU. Tis bom--'tis muito bom--oh, paz--oh, sono-- Oh, todas as coisas boas! Você é uma própria mocidade. Você é um zéfiro. Eu vou você me tem abana Cultive você cai morto. CARRO. Eu lhe falo quando vier A juntar flores, será dito muito Por esparramar folhas no lhe dá menos A dor nas costas. LAU. Nobly proferiu, meu doce pássaro. GIO. Ainda noivas têm que ter buquês. CARRO. E senta em casa, Aparências alimentando, ainda eu os junto,
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