Edna St. Vincent Millay

Capítulo 28. O Abajur e o Sino

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O Abajur e o Sino

CARRO. Ho! Agora ele tropeça! Olhe você, Pantaloon,, Se você não fosse aprendido i assim' a cabeça Você poderia saber melhor onde pôr seus pés! LAU. [Para Carlotta.] 'Tis curioso como confunde os ossos de um homem Pensar muito. CARRO. Não, verdade. Homens sábios já eram Desajeitado nas pernas. [A pantomima continua.] RAFFAELE. Tenha a ele, Polichinello. GIO. Se deite em! Se deite em! ANS. Não deixe uma unha dele! GIO. Cace! Você o teria escrever um livro sobre você? LUIG. O cuspa i' o fígado! É o único órgão dele! BEA. [Para Mario.] Não, é cruel. Eu não posso olhar para isto. ARRUINE. É mas joga. BEA. Sim, mas 'tis jogo cruel. Ser escarnecido assim a!--Venha, leve coração, Doutor bom! 'Tis um companheiro ruidoso, mas withal claro!--Sopre a ele! GIO. [Para Guido.] Ela tem o coração mais macio que já Eu vi Em uma mulher dura. Pode ser, enquanto vendo que ela tem piedade Para um velhaco, ela tem piedade por outro! O, meu Guido, Marque há ainda espere!
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