Henry Van Dyke
Capítulo 78. A Flor Azul
Ligações
em alguma desordem. A face dele, liso e empalidece, com alto
testa, diretamente cheire, e emagreça, lábios sensíveis--era isto velho
ou jovem? Bonito era certamente, a face de um homem de
marque, um homem de poder. Ainda havia algo estranho e
selvagem sobre isto. Os olhos escuros dele, com as rugas boas sobre
eles, teve um olhar de distância indizível, e ao mesmo
tempo uma intensidade que parecia me perfurar por e
por. Era como se ele me visse em um sonho, contudo me mediu,
me pesou com um escrutínio tão exato quanto estava a fundo
indiferente.
Mas os lábios dele estavam sorrindo, e não havia nenhuma falta para ser
ache, pelo menos, com a maneira dele. Ele tinha subido do largo
pedra contra onde ele tinha estado sentando evidentemente com a parte de trás dele
a chaminé, e avançou me cumprimentar.
"Você perdoará a rudeza de minha saudação? Eu pensei
você poderia não se preocupar ter o conhecimento com o presente
inquilino desta casa velha--pelo menos não sem um