Henry Van Dyke
Capítulo 63. A Flor Azul
Ligações
murmurado na escuridão de noites de inverno, "Ainda vá eu
arruine--arruine--arruine--contudo vá eu arruino Moinho e Empregada."
"Oho!" dito Martimor, "este é um valete durável e obstinado.
Arte tu temeu dele Lirette?"
"Não assim", disse ela, "para tu arte mais forte. Mas medo tem
Eu do dia quando tu ridest adiante em indagação de thy."
"Bem, sobre isso", disse ele, "quando eu superei isto
falso diabo Flumen, então vá nós consideramos e designamos isso
dia."
Assim a demora continuou, e Martimor era ambos ocupado e
feliz no Moinho, porque ele gostou e amou bem esta donzela,
e era fain da companhia dela. Além disso a discussão com Flumen
era grande alegria a ele.
VI
Como o Mês de maio veio ao Moinho, e a Demora foi Feita mais Longo
Agora quando o mês de maio veio ao Moinho que trouxe para uma abundância
de doces flores, e Lirette forjado no jardim. Com
o dela, quando o dia estava gasto e o sol descansou na extremidade
da colina, foi Martimor, e ela lhe mostrou todas suas flores