Henry Van Dyke
Capítulo 62. A Flor Azul
Ligações
face de Flumen pulou sobre isto, enquanto chorando, "Ainda vá eu arruino ambos
Moinho e Empregada."
"Aquele shalt tu nunca faça", chorou Martimor, "através de infração ou
feira, enquanto a vida bate em meu corpo."
Assim ele voltou com o moleiro no Moinho, e lá
era carne pronto para eles e eles comeram fortemente e com bem
coração. "Agora", disse o moleiro, "deva eu reparo o portão. Mas
como pode ser feito, eu não sei, para seguramente isto será grande
travail para um homem só."
"Por que só?" dito Martimor.
"Tu murche permanência, então?" dito Lirette.
"Sim", disse ele.
"Durante outro mês?" dito ela.
"Cultive o portão seja reparado", disse ele.
Mas quando o portão foi reparado lá veio outra inundação e
freie o segundo portão. E quando isso foi reparado lá veio
outra inundação e freia o terceiro portão. Assim quando todos os três
foi reparado firme e jejum, sendo encadernado com ferro, ainda o
severamente rio lançou em cima da represa, e a voz de Flumen