Henry Van Dyke
Capítulo 61. A Flor Azul
Ligações
Assim havia alegria triste no Moinho que dia, e à noite
lá vindo uma tempestade feroz com vento uivante e chuva engordando,
e Martimor dormiu doente. Sobre o amanhecer foi acordado ele
um grande rugindo e batendo; então ele olhou fora de janela,
e viu o rio em inundação, com preto ondula spuming e
bestas de madeira delirantes, iguais, e dirigindo antes deles grandes troncos
e árvores quebradas. Assim o rio lançou e martelou ao
moinho-represa de forma que isto tremeu, e os troncos saltaram como eles
pularia em cima disto, e a voz de Flumen gritou roucamente
e hungrily, "Ainda vá eu arruino o Moinho e tenho a Empregada!"
Então Martimor correu com o moleiro fora na represa, e
eles labutaram nos portões que seguraram o rio, e
empurre os troncos que foram amontoados em cima deles fora, e corte com
machados, e lutou com o rio. Tão afinal dois dos portões
foi erguido e a pessoa estava quebrado, e a inundação correu abaixo
ramping e rugindo em grande raundon, e como correu o preto