Henry Van Dyke

Capítulo 33. A Flor Azul

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A Flor Azul

passado em na cidade. Havia nenhum são de fluxos murmurantes nas ruas, e abaixo a cama principal do rio eu vi só alguns raso poças, unidas por uma linha lentamente gotejando. Até mesmo estes foram cercados e vigiaram de forma que ninguém poderia vir perto de para eles, e havia homens que vão entre para as casas com água-peles nos ombros deles/delas, chorando "Água! Molhe para vender!" As piscinas marmóreas ao ar livre quadrado esteja vazio; e ao uma delas havia uma multidão que olha para um homem que estava sendo batido com varas. Um espectador me falou que os oficiais de a cidade tinha ordenado que ele fosse castigado porque ele tinha dito que as piscinas e as bacias e os canais não eram tudo de puro mármore, sem uma falha. "Para isto", disse ele, "é o doutrina má que entrou para tomar a glória de nosso cidade, e por causa deste a água falhou." "É uma mudança triste", eu respondi, "e indubitavelmente eles quem causou deveria sofrer mais que outros. Mas o enlata
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