Henry Van Dyke

Capítulo 31. A Flor Azul

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A Flor Azul

celestial azul, de quem pétalas pareciam cair e enfraquecer como eu olhado. Assim eu lancei adeus para o homem velho em de quem casa eu tinha aprendido amar a hora de visitação e a Fonte e o nome dele que abriu isto; e eu beijei as mãos e o sobrancelha do pequeno Ruamie que tinha entrado em meu coração, e foi adiante tristemente da terra de Koorma em outras terras, procurar a Flor Azul. II No Livro da Viagem sem um Harbour é escrito o registro dos dez anos que passaram antes de eu voltasse novamente para a cidade de Saloma. Não era fácil achar, porque eu passei abaixo o montanhas, e como eu olhei de um ombro distante do colinas para a pequena baía cheio de verdura, era não ser visto. Havia só uma cidade branca que lustra longe fora contra o precipícios marrons, como um floco de mica em uma racha das pedras. Então eu dormi aquela noite, cheio de cuidado, na ladeira, e subindo antes de amanhecer, entrou abaixo no começo matutino para o cidade. Os campos estavam mentindo tostado e amarelam abaixo o
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