Henry Van Dyke
Capítulo 30. A Flor Azul
Ligações
a extremidade do deserto. Outros tinham vindo recentemente para a cidade e
estava ensinando que não havia nenhuma Fonte, e que a história de
o homem pobre que reabriu isto era uma fábula, e que as horas de
visitação seja só horas de sonhar. Havia muitos que
os acreditado, e muitos mais que disse que não importou
se as palavras deles/delas eram verdades ou falsas, e que era de pequeno
momento se os homens foram visitar a fonte ou não, contanto
só que eles trabalharam nos jardins e mantiveram as piscinas marmóreas
e bacias em conserto e abriu canais novos pelos campos,
desde então sempre tinha havido e sempre seria bastante água.
Como eu escutei estas declarações que parecia a mim duvidoso
o que o fim da cidade seria. E enquanto esta dúvida era
ainda pesado em mim, eu ouvi à meia-noite a chamada lânguida de
a trompete, soando ao longo da crista das montanhas,: e como
Eu saí para olhar onde veio de, eu vi, pelo
brilhando véu do modo lácteo, a forma de uma flor de