Henry Van Dyke

Capítulo 18. A Flor Azul

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A Flor Azul

nós rezamos. "Mas há muitas coisas contudo aprender sobre nossa cidade, e alguns que parecem escuro e lançaram uma sombra em meus pensamentos. Então, meu filho, eu o licitei ser meu convidado, para lá é um se aloje em minha casa para o estranho; e para-amanhã e no dias seguintes você verá como vida vai conosco, e leitura, se você pode, o segredo da cidade." Aquela noite dormi bem eu, como um que ouviu um agradável conto, com o murmúrio de correr água tecido por meu sonhos; e o próximo dia que eu saí cedo nas ruas, porque eu era curioso para ver a maneira da visitação do Fonte. Já as pessoas estavam vindo adiante e estavam virando o deles/delas passos para cima no montanha-caminho ao lado do rio. Alguns de eles foram sós, rapidamente e em silêncio; outros estavam em grupos de dois ou três, falando como foram eles; outros eram dentro maior companhias, e eles cantaram junto muito alegremente e docemente. Mas havia muitas pessoas que permaneceram trabalhando
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