Henry Van Dyke

Capítulo 13. A Flor Azul

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A Flor Azul

fluindo pela rua principal, com abundância de água e um som muito agradável. Havia casas e lojas e palácios altos e tudo aquilo faz uma cidade, mas a vida e alegria de tudo, e a uma coisa que eu me lembro melhor, era o rio. Para ao ar livre quadrado a a extremidade da cidade havia piscinas marmóreas onde as crianças possa tomar banho e possa jogar; aos cantos das ruas e no lados das casas havia fontes para o desenho de água; a todo cruzar um fluxo foi desviado correr fora para os vinhedos; e o rio era a mãe deles tudo. Havia apenas poucas pessoas nas ruas, e nenhum do povo mais velho de quem eu poderia perguntar deliberação ou um alojamento; assim eu estava de pé e bateu à porta de uma casa. Foi aberto por um homem velho que me cumprimentou com bondade e me lançou entra como seu convidado. Depois de muito entretenimento cortês, e quando ceia foi terminado, a maneira amigável dele e algo de singular atratividade no semblante dele me levou a falar lhe de meu
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