Henry Van Dyke

Capítulo 12. A Flor Azul

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A Flor Azul

era campos de milho, cheio com sussurrar sedoso, e vinhedos com filas longas de posição de maple-árvores aparada cada um como um goblet de esmeralda engrinaldado com videiras, e flor-jardins tão luminoso quanto se a terra tivesse sido bordada com linhas de azul e escarlata e ouro, e azeitona-pomares geado em cima de com flores delicadas e fragrantes. Vermelho-telhado se espalharam cabanas em todos lugares pelo mar de verdura, e no centro, como um navio branco cercado por, um rebanho de pouco transporta, descansou um pequeno, feira, lustrando cidade. Eu grandemente desejei saber como esta beleza tinha entrado em ser em a borda do deserto. Atravessando os campos e jardins e pomares, eu achei que eles eram tudo cercados e enfileirado com canais cheio de água corrente. Eu segui para cima um dos canais menores até que veio a um fluxo maior, e como eu caminhei em ao lado disto, enquanto indo para cima ainda, me guiou no meio da cidade onde eu vi uma doçura, rio alegre
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