Robert Louis Stevenson
Capítulo 2. A Seta Preta
Ligações
Duro pela ponte, havia uma cruz de pedra em uma colina, e aqui
o grupo tinha colecionado--meia dúzia as mulheres e um companheiro alto em
um avental ruivo--discutindo isso que o betided de sino. Um expresso teve
passado pelo hamlet meio uma hora antes, e bêbado uma panela de cerveja inglesa
na sela, não ousando desmontar para a pressa da incumbência dele;
mas ele tinha sido ignorante ele do que era dianteiro, e só pessoa enfadonha
cartas lacradas de Senhor Daniel Brackley para Senhor Oliver Oates, o
parson que manteve o Moat House na ausência do mestre.
Mas agora havia o barulho de um cavalo; e logo, fora da extremidade
da madeira e em cima da ponte ecoando, lá montou para cima Mestre jovem
Richard Shelton, a custódia de Senhor Daniel. Ele, ao menos, saberia,
e eles saudaram ele e lhe imploraram que explicasse. Ele puxou rédea
de boa vontade bastante--um companheiro jovem não contudo dezoito, sol-dourou e
cinzento-de olhos, em uma jaqueta do couro de cervo, com um veludo preto,