Edna St. Vincent Millay

Capítulo 29. Segundo abril

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Segundo abril

Arraigado em areia e arrastando vento-madeira, Se desgarrado a doce-ervilha selvagem roxa; Sempre eu escalei a onda a manhã, Tremido a areia à noite de meus sapatos, Que agora é pegado em baixo de grandes edifícios, Ferido com barulho, confuso com luz. Se eu pudesse ouvir o pilhas gemendo verde Debaixo dos cais de madeira ventosos, Veja os barris subindo e descer uma vez mais, E as varas pretas que cercam as represas, Se eu pudesse ver os mexilhões cheio de ervas daninhas Encrostando as cascas destruídas e apodrecem, Ouça o chorando faminto uma vez mais Em cima, das gaivotas de wheeling, Sinta o choupana puxando uma vez mais Debaixo do torneamento da maré, Tema o freshet ascendente uma vez mais, Medo o sino na névoa fora de,-- Eu deveria ser happy,--aquele estava contente O dia todo na costa de Maine! Eu tenho uma necessidade para segurar e controlar Conchas e âncoras e transporta novamente! Eu deveria estar contente, que está contente
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