Edna St. Vincent Millay

Capítulo 22. Segundo abril

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Segundo abril

Eu me espalho miolos na soleira, E fecha o window,--e os pássaros Possa levar ou os deixe, como vão eles. NO INTERIOR Pessoas que constroem as casas deles/delas no interior, Pessoas que compram um enredo de chão Amoldado como uma casa, e constrói uma casa lá, Longe do mar-tábua, longe do som, De água que chupa as bordas ocas, Toneladas de água que golpeia a costa,-- O que eles almejam, como eu almejo Um cheiro salgado do mar mais uma vez? Pessoas que as ondas não despertaram, Espancando os barcos à cabeça do porto, O que eles almejam, como eu almejo,-- Começando em minha cama interior, Batendo as paredes estreitas, e achando Uma janela nem uma porta, Gritando a Deus para morte se afogando,-- Um gosto salgado do mar mais uma vez? PARA UM POETA QUE MORREU JOVEM Trovador, o que o tem fazer, Com este homem que, depois de você, Não compartilhando seu destino feliz, Sábado como o Laureado de Inglaterra? Vaidosamente, nestes dias férreos,
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