Edna St. Vincent Millay

Capítulo 20. Segundo abril

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Segundo abril

Veículo de mim! Mulheres a sua labuta, Mulheres quando tiver tempo Cultive a fervura de chaleira, Agarramento de mim seu prazer, Onde a vassoura-palha marca a folha; Mulheres aquietam com seu lamentar Para que não você se desperta um trabalhador dormindo, Me misture com sua aflição! Os meninos e meninas que roubam Da risada chocante Do velho, ajoelhar Por uma viga gotejando Debaixo dos beirados descorados, Fora de calções de banho com coberturas de hingeless Contos erguendo de santos e amantes, Viajantes, duendes, ladrões,, Sóis que lustram de noite, Montanhas fizeram de vales,-- Me agüente à luz, Achate em suas barrigas Pela mentira de janela de webby, Onde as pequenas moscas estão rastejando,-- Me leia, margem eu com rabiscar, Não me deixe morrer! Sacristão, manipule seu comércio! Em uma chuva de pedregulho Estampe em sua pá! Muitos uma rosa emaranhará, Muitos uma grinalda de metal enferrujará Na chuva, e eu vou cantar
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