Edna St. Vincent Millay

Capítulo 12. Segundo abril

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Segundo abril

Era uma orvalho-gota em uma lâmina, E um par de momentos depois de Era a suposição girando que eu fiz,-- E o vento estava como um chicote Passado rachando minhas orelhas frias, E meus cabelos estavam fora atrás, E meus olhos estavam cheio de lágrimas, Largo-aberto e frio, Mais lágrimas que eles poderiam segurar, O vento estava soprando assim, E meus dentes eram seguidos, Seque e sorrindo, E eu sentia meu pé deslize, E eu arranhei o vento e lamentei, E eu apertei o talo e tagarelei, Com meus olhos fechou a cortina,-- Isso que um vento! Isso que um vento! Seu céu largo, Gigantesco,, É a estante de um armário; Eu faço feijão-talos, eu sou Construtor, como você,, Mas feijão-talos são meu comércio, Eu não pude fazer uma estante, Não saiba como eles são feitos, Agora, um feijão-talo é mais flexível-- La, isso que uma subida! ERVAS DANINHAS Branco com margaridas e vermelho com cor de canela E esvazia, esvazie debaixo do céu!-- Vida é uma indagação e ama uma disputa--
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