Edna St. Vincent Millay

Capítulo 11. Segundo abril

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Segundo abril

Oh, lá passará com seu grande transcurso Pouca de beleza não seu próprio,-- Só a luz de água comum, Só a graça de pedra simples! O FEIJÃO-TALO Ho, Gigantesco! Isto é eu! Eu me construí um feijão-talo em seu céu! La,--mas é adorável, para cima tão alto! Isto é como eu came,--eu pus Aqui meu joelho, lá meu pé,, Para cima e para cima, de broto atirar-- E o feijão-talo emagrecendo santificado Como o dano todo o tempo, Cultive me levou balançando, enquanto girando, Em um círculo atordoado, ensolarado, Ângulos fazendo com a raiz, Longe e fora sobre o cacarejo Da cidade eu nasci dentro, Cultive a pequena cidade suja Na luz tão completamente e ensolarado Lustrou como deslumbrando luminoso e bonito Como o dinheiro que você acha Em um sonho de achar dinheiro-- Isso que um vento! Isso que uma manhã!-- Cultive a cidade minúscula, brilhante, Quando eu atirei um relance abaixo, Tremido com uma risada vertiginosa, Doente e felizmente amedrontado,
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