Alfred Lichtenstein

Capítulo 9. O Verso de Alfred Lichtenstein

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O Verso de Alfred Lichtenstein

Nós atravessamos o vento e atacamos as cidades para cima as quais aceleram. Mas os odores das cidades lentas são odiosos a nós-- Ah, nós estamos voando! Sempre ao lado de morte... Como nós menosprezamos e o desprezamos que senta em nossas vidas! Que dispõe sepulturas para nós e faz todas as ruas entortadas--ha, nós, ria dele, e as estradas, superadas, morrem conosco-- Assim nós devemos auto nosso modo pelo mundo inteiro... Até, em alguma noite clara Nós achamos um fim violento contra uma árvore robusta. O Homem Triste Não, eu não tenho nenhuma capacidade por vida. Eu poderia ser considerado tolo-- Hoje eu não vou para o restaurante. Eu sou afinal de contas este tempo cansado dos garçons, Que nos, com as caretas presumidas deles/delas, trazem desdenhosamente, Cerveja escura e nos faz tão confundido Que nós não podemos achar nossa casa E nós devemos Use as luzes de rua tolas Se sustentar com mãos fracas. Hoje eu tenho coisas maiores em mente--
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