Alfred Lichtenstein

Capítulo 57. O Verso de Alfred Lichtenstein

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O Verso de Alfred Lichtenstein

Me envie uma ferida de perna leve, Um dano pequeno para o braço, De forma que mim pode devolver como um herói, Com uma história contar. A Granada Primeiro um rolo de tambor luminoso, breve, Um estrondo e explosão no dia azul. Então um barulho, como foguetes que escalam em, Grades de ferro. Medo e silêncio longo. Então repentinamente ao longe fume e uma queda, Um eco de escuridão duro estranho. Depois de Combate No céu não explodem já os obus, Os artilheiros descansam próximo às armas deles/delas. As barracas de lance de infantaria agora, E a lua pálida lentamente elevações. Em campos amarelos em calças compridas vermelhas, o francês é em chamas, Pálido pálido de morte e pó. Entre eles se agacham os médicos alemães. O dia fica mais cinza, seu sol mais vermelho. Vapor de cozinhas de campo. São postas cidades à tocha. Carros quebrados estavam em margens de estrada. Ciclistas ofegantes, quente e bronzeado, vadiam A uma cerca de madeira chamuscada.
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