Alfred Lichtenstein

Capítulo 51. O Verso de Alfred Lichtenstein

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O Verso de Alfred Lichtenstein

Você me lançou com abajures de rua como roseiras bravas. Ah, quando a pessoa flui à noite por seus abajures Depois de mulheres, sedoso, rechonchudo. Um homem obtém atordoado do olho-jogo. O pequeno lua-doce adocica o céu. Quando os dias golpearam os campanários. Os brilhos imóveis de cabeça, uma lanterna chinesa vermelha. 2 Logo eu o, minha Berlim, tenho que deixar. Tem que viajar novamente nas cidades desoladas. Logo eu sentarei nos topos de colina distantes. Em bosques densos esculpa seu nome. Adeus, Berlim, com seus fogos corajosos. Adeus, suas ruas cheio de aventuras. Que soube tanto quanto eu tiver de sua dor. Tavernas, você, eu o aperto a meu peito. 3 Em prados e em puros ventos pacificamente Pessoas alegres podem planar ao longo de gleefully. Porém, nós podre e envenenou há muito tempo, Se enganaria com isto entrando em céu Em cidades estranhas eu me mudo sem direção. Os dias estranhos são ocos e como giz. Você, minha Berlim, você pressa de ópio, você bastardo.
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