Alfred Lichtenstein

Capítulo 50. O Verso de Alfred Lichtenstein

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O Verso de Alfred Lichtenstein

E parada marchando, e incendiando espaços em branco. Ter que esquecer do mundo... que pela noite A pessoa ainda é insensato, enquanto bebendo cerveja, quando a pessoa vai dormir A pessoa ainda sente o capacete pesado na testa dele-- E à noite sonha com sargentos-- 5 Até mesmo quando domingos e noites vêm, Completamente vazio e desatento eu me mudo, Eu sou completamente vítreo-de olhos, jogue com cachorros para diversão, Ah, ou com pouco pedras que eu acho, Canse, sem um pensamento, me arraste pelas ruas. Eu freqüentemente também me levanto ao redor a minha janela, A fins soltos; deva eu há pouco penduro fora na barra local Com meus camaradas sombrios, mate meu cansado Horas miseráveis em casas de filme chamejando E, passar o tempo de dia Procure as meninas dispostas: ou deve eu somente Entre de um lado para outro em meu quarto. Eu, que traspassou as noites como um bobo, Gritando para o céu, buscou mil milagres. Canções para Berlim 1 O você Berlim, você pedra colorida, você besta.
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