Alfred Lichtenstein
Capítulo 45. O Verso de Alfred Lichtenstein
Ligações
Mar só e lua--mar-lua e vento e mundo--
Areia branca que cerca sua pele branca, Mary,--
Seu cabelo... seu sorriso--ao redor de é mar e angústia
E gritos e desejando e uma felicidade suave--
Tudo isso que canta, isso traz tal cansaço...
Não faz céu venha a nós lentamente como a canção de uma mãe
Para a testa da criança dela novamente e novamente--
Canção triste
Agora eu vou uma vez mais entre dias, animais,,
Pedras e milhares de olhos e sons--
O mais estrangeiro. Eu tive que o perder...
Seu corpo pecador, Mary, era tão adorável--
Agora eu uma vez mais em vão olhar entre dias, animais,
Pedras e sons para um rastro de você.
Agora eu também sei: Eu tive que o perder...
Eu não o achei--era só seu nome--
Por último Canção
Só venha, minha chuva... caia contra minha face
Abajures de rua amarelos... destrua as casas--
Eu não quero estradas irrompíveis, lisas.
Agora é adorável... só na luz de abajures de rua...