Alfred Lichtenstein

Capítulo 43. O Verso de Alfred Lichtenstein

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O Verso de Alfred Lichtenstein

Eu estou no brilho branco De nuvem, prado, vento. É árvore, é cidade, é a criança... Como molhado é meus olhos! Logo a noite verde estava A seu fim prateado... Eu elevo mãos santificadas-- Eu quero ir conhecer isto-- Oração para Pessoas Eu passo pelos dias Como um ladrão. E ninguém ouve Meu lamento de coração para si mesmo. Por favor tenha piedade. Como eu. Eu o odeio. Eu quero o abraçar. Vagante pela Noite Kuno Kohn canta: Domingo pardo Mentiras queimaram a pedaços. Frieza carbonizada Mães a terra. Desejo dissoluto Boceja uma vez mais. Sonhos e lágrimas Flua para cima. Noite Casas estavam stiffly próximo às cercas deles/delas. Deixe seus olhos, últimos pardais, agitação. Centáurea-azul descem em sua face. Não faça você, Kuno, sente os moinhos eternos-- O insensível enfada buracos em sua cabeça. Olhe mais uma vez para a lua, o assassino de mostarda-panela. Fonte Todos os homens são agora gananciosos,
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