Alfred Lichtenstein

Capítulo 42. O Verso de Alfred Lichtenstein

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O Verso de Alfred Lichtenstein

E joga com um sorriso em minha face, até que uma morte me agarra, Com areia e sol e com um branco Cadela esbelta. Canção de amor Seus olhos são terras luminosas. Seus olhares são pequenos pássaros, Lenços suavemente adeus ondulante. Em seu sorriso descanso eu como se em barcos subindo e descer. Suas pequenas histórias são feitas de seda. Eu sempre o tenho que ver. O Suicídio Branco, eu minto Nos restos de um parque de diversões Entre edifícios denteados-- Flor ardente... mar lustrando... Dedos do pé e mãos Alcance fora em vacuidade. Lágrimas ardentes o corpo chorão para pedaços. A pequena lua plana sobre mim. Olhos procuram no escuro Suavemente no mundo fundo, Chapéus afundados Estrelas vagantes. Tocado Eu contentemente partido A morte ruidosa da cidade, Com seus milhares de faces olhando de soslaio, A noite amarela das ruelas. Eu escarrancho no largo, Céu prateado; Os membros piedosos planam Profundamente em ser suavemente.
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