Alfred Lichtenstein
Capítulo 41. O Verso de Alfred Lichtenstein
Ligações
Seja lá logo, você que sofrem apaixonado, o mar está me matando.
Suas mãos são as santas frescas. Me cubra com eles,
O mar está queimando em mim.
Mas por que não faz você me ajuda! Mas ajuda!... Me cubra. Exceto mim.
Cure me, amigo e mulher.
Mãe... você--
Invasão
Já recuse--
Mas isso era rápido...
Quase não um rastro de subir--
Eu cresci sobre o mundo inteiro.
Eu me tornei o Deus completo
E horrivelmente desperte.
E agora eu tenho que jogar morte fora.
Minha morte é muda
E sem imagens...
Sem redenção--
Patos
Você não me ama... Eu nunca atraí a você...
Nunca era seu tipo...
E meus olhos duros o aborrecem, meu bem...
Eu sou muito escuro para você. E muito grosso--
E meus dentes brancos têm tal um brilho brutal
E meus lábios sangrentos são tão terrivelmente como foicinhos.
Ah, o que você diz,--
Sim você tem razão realmente. Eu o fixei... livre.
... E de manhã cedo eu vou para um oceano
Isso é azul e eterno...
E mente na praia...