Alfred Lichtenstein

Capítulo 40. O Verso de Alfred Lichtenstein

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O Verso de Alfred Lichtenstein

O céu mente em seu lado errado. O tumulto é muito para as estrelas. As carruagens se vão. O Fim Como um fungo branco, um caroço de coberturas de vento O cadáver verde do mundo perdido. Rios congelados formam uma represa férrea Que une os restos podres. Em uns postos de canto chuvosos pequenos A última cidade em paciência pedregosa. Um crânio morto mente--como uma oração-- Se inclinado no corpo, o banco penitencial preto. Meu Fim Meio mãos celebram meu destino. Onde vai isto pia... Meus passos são minúsculos, como esses de uma mulher. Uma noite desperdício secular todos os sonhos. Sono não vem a mim-- Canção de Kuno Kohn está Desejando As dobras do mar batem como chicotes em minha pele. E as estrelas do mar me rasgam separadamente. A noite do mar é um de gritar feridas para o só, Mas os amantes acham a morte boa do dia deles/delas sonha... Seja lá logo, você com dor em seu olho, as lesões de mar.
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