Alfred Lichtenstein

Capítulo 39. O Verso de Alfred Lichtenstein

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O Verso de Alfred Lichtenstein

Um animal foi-- Porque, quando ele viu que o sobre o qual vagou, O que poderia saltar e poderia clamar e no momento de morte Ainda poderia assistir o mundo pedindo, Em um momento Não estava lá. No Sanatório de Tuberculose Muitas pessoas doentes estão entrando no jardim De um lado para outro e mentindo nas varandas. Esses que são a queimadura mais doente com febre Todo dia miserável no quente Sério das camas deles/delas. Ah, as irmãs católicas flutuam Ao redor wearily em roupas de preto. Ontem alguém morreu. Hoje outro pode morrer. Na cidade Fasching é começar célebre. Eu gostaria de poder jogar a diferença No piano. Sinais Os movimentos de hora adiante. A verruga se muda. A lua emerge furiosamente. O oceano levanta. A criança se torna um homem velho. Animais rezam e fogem. Está se pondo muito quente para as árvores. A mente pasma. A rua morre. As punhaladas de sol fedendo. O ar fica escasso. O coração quebra. O cachorro amedrontado mantém sua boca fechada.
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