Alfred Lichtenstein

Capítulo 37. O Verso de Alfred Lichtenstein

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O Verso de Alfred Lichtenstein

Em meu crânio não há nem prazer nem meta. O sol, um botão-de-ouro, pedras isto Em uma chaminé, seu talo esbelto. Noite chuvosa O dia é arruinado. O céu está bêbado. Como falsas pérolas, deixa perplexo pouco De picou mentira de luz ao redor e revela Um olhar rápido de ruas, alguns aglomerações de casas. Tudo está outro podre e devorado Por uma névoa preta que, como uma parede, Cai e está podre. E a chuva Esmigalha como pedregulho no aperto--grosso--cinza-- Como se o todo contaminou escuridão Querido em todo momento para afundar. Abaixo em um pântano você vê um flash automático, Como uma planta estranha, bêbeda. As prostitutas mais velhas vêm, enquanto rastejando Ao longo de fora de sombras molhadas--sapos tuberculosos. Lá vai um rastejando por. Em cima de lá está sendo apunhalado um porco. A chuva de borbotão quer esfregar fora tudo. Mas você está vagando pelas terras desperdício. Seu vestido pendura pesado. Seus sapatos estão encharcados.
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