Alfred Lichtenstein

Capítulo 35. O Verso de Alfred Lichtenstein

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O Verso de Alfred Lichtenstein

Casas capturam sonha com dormentes variegados Como se em redes nas janelas. Autos rastejam goste de joaninhas Para cima ruas luminosas. Ajardine no começo Matutino O ar é cinza. Quem conhece algo bom por fuligem? Próximo a um boi que pasta no chão Postos um montanhês profundamente sério surpreso. Logo há um aguaceiro poderoso de chuva. Um menino jovem que é pissing em um prado Será a fonte de um rio pequeno. O que deveria fazer um quando chamadas de natureza! Seja natural. Seja você. Um poeta vaga ao redor no mundo, Observa para ele o fluxo em ordem de tráfico E alegra sobre céu, campo, e esterco. Ah, e ele leva notificação cuidadosa de tudo. Então ele escala uma montanha alta Que acontece para ser perto de. Retorno do Menino de Aldeia Em minha mocidade o mundo era uma lagoa pequena, A vovó e telhado vermelho, mugindo, De bois e uma aglomeração de árvores. E ao redor do prado verde enorme. Como adorável era isto sonhando em distância.
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