Alfred Lichtenstein

Capítulo 34. O Verso de Alfred Lichtenstein

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O Verso de Alfred Lichtenstein

Smokings cambaleiam pelo pedregulho da rua. Faces estão fora mofentas e usadas. O coolly de queimaduras matutino azul na cidade. Como depressa música e dança e ganância derreteram... Cheira do sol. E dia começa Com bondes, cavalos, gritos e vento. Capotes de trabalho de diário sombrios as pessoas em pó. Famílias silenciosamente lobo abaixo o almoço. Às vezes um corredor ainda vibra por um crânio, Muito desejo sombrio e uma perna sedosa. Paisagem Como ossos velhos na panela De meio-dia mentem as ruas malditas lá. É muito tempo desde que eu o vi aqui. Um homem jovem puxa ao pigtail de uma menina. E um par de cachorros se espojam em sujeira. Eu gostaria ir armar e arme com você. O céu é papel de embrulho cinza Em qual o sol adere--uma mancha de manteiga. Paisagem lunar O olho da mãe amarela queima lá em cima. Em todos lugares mentiras noturnas como um pano azul. Não há nenhuma pergunta que eu estou chupando ar. Eu sou só um pequeno livro de quadro.
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