Alfred Lichtenstein

Capítulo 33. O Verso de Alfred Lichtenstein

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O Verso de Alfred Lichtenstein

Pessoas ansiosas balançam em uma lagoa endurecida Trabalhadores acham o cadáver de uma mulher macia. Ardendo azul neva elenco uma escuridão uivante. Em postes altos um espantalho, implorou, declives. Lojas chamejam vagamente por janelas geadas, Em frente a qual corpos humanos movem como fantasmas. Estudantes esculpem uma menina congelada. Como adorável, o inverno noite queimando cristalino! Uma lua de platina agora fluxos por uma abertura nas casas. Próximo a lanternas verdes debaixo de uma ponte Mentiras uma mulher cigana. E jogos um instrumento. Meninas Eles não podem estar de pé os quartos deles/delas pela noite. Eles rastejam fora em ruas estreladas fundas. Como suave é o mundo no vento das iluminações de rua! Como zumbindo vida estranhamente derrete fora... Eles passam por jardins e casas, Como se muito longe fora lá poderia ser uma luz, E eles olham em todo homem córneo Como um doce salvador de cavalheiro Depois da Bola Rastejo noturnos nos porões, mofado e sombrio.
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