Alfred Lichtenstein
Capítulo 31. O Verso de Alfred Lichtenstein
Ligações
E silenciosamente apunhala os olhos brancos de miséria
Como lanças na noite inchada.
A Cidade
Um pássaro branco é o céu grande.
Debaixo disto uns olhares fixos de cidade se encolhendo.
As casas são pessoas velhas semimortas.
Um carruagem-cavalo magro boceja grumpily.
Ventos, cachorros magros, corridos debilmente.
O squeel de peles deles/delas em cantos afiados.
Em uma rua uns gemidos de homem loucos: Você, oh, você--
Se só eu pudesse o achar...
Uma multidão ao redor dele está surpresa e sorri derisively.
Três pequeno jogo de pessoas o blefe de homem cego--
Um deus lágrima-manchado suave põe as mãos pulverulentas cinzentas
De tarde em cima de tudo.
O Mundo
(Dedicado a um palhaço)
Muitos dias andam em animais humanos,
Em fome-tubarões de oceanos suaves voe.
Cabeças, cervejas brilham em café-casas.
Os gritos de meninas rasgam em um homem.
Temporais vêm, enquanto batendo abaixo. Ventos de floresta.