Alfred Lichtenstein

Capítulo 29. O Verso de Alfred Lichtenstein

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O Verso de Alfred Lichtenstein

Mas sobre mim eu sinto o apressando, Céu fresco. Veja--eu sou em frente a um Igreja fluindo. Grande e aquieta me aloja. Aqui eu ficarei durante algum tempo. Imerso em seus sonhos. Sonhos fora de cinza Seda que não vislumbra. Tempo ruim Uma lua congelada estava waxen, Sombras brancas, Face morta, Sobre mim e o sombrio Terra. Lançamentos luz verde Como um artigo de vestuário, Um enrugado, Em terra azulada. Mas da extremidade Da cidade, Como uma mão macia sem dedos, Suavemente elevações E ameaçando igual morte medrosamente Escuro, sem nome... Subindo Sem som, Umas inchações de mar lentas vazias para nós-- No princípio só era como um cansado Traça que rastejou em cima das últimas casas. Agora é um buraco de hemorragia preto. Já enterrou a cidade e meio o céu. Ah, me teve voado-- Agora está muito tarde. Minhas quedas de cabeça em Mãos desoladas. No horizonte uma aparição como um grito agudo Anuncia Terror e fim iminente. O Doente
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