Alfred Lichtenstein

Capítulo 28. O Verso de Alfred Lichtenstein

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O Verso de Alfred Lichtenstein

Gradualmente eles ficam com sono, pesados e silenciosos. O sol lambe o chão com seu quente, venenoso, Boca voraz, como um cachorro--um inimigo imundo. Vagabundos se desmoronam de repente sem um rastro. Um cocheiro olha com preocupação para um cavalo O qual, rasgado aberto, gritos na sarjeta. Três crianças se levantam ao redor em silêncio. Para Manhã O que eu me preocupo com os meninos de jornal rápidos. A aproximação dos recentes auto-besta não me amedronta. Eu descanso em minhas pernas comoventes. Minha face está molhada com chuva. Restos verdes da noite Adira a meus olhos. Isso é o modo eu gosto-- Até mesmo como o afiado, segredo Gotas de racha de água em milhares de paredes. Se estatele de milhares de telhados. Pule ao longo de lustrar ruas... E todas as casas mal-humoradas Escute o deles/delas Canção eterna. Feche atrás de mim a noite ardente é arruinada... Seu cadáver fedorento carrega minha parte de trás.
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