Alfred Lichtenstein

Capítulo 25. O Verso de Alfred Lichtenstein

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O Verso de Alfred Lichtenstein

Noite nublada O céu está inchado com lágrimas e melancolia. Só longe fora, onde seu estouro de vapores sujo, Aguaceiros de brilho verdes abaixo. As casas, Caretas cinzas, é fiendishly defumados com névoa. Luzes amareladas estão começando a vislumbrar. Um pai robusto com esposa e as crianças cochilam. Mulheres pintadas estão praticando as danças deles/delas. Grotesco mimica braço para o teatro. Brincalhões gritam, conhecedores sujos de homens: O dia está morto... e uns restos de nome! Homens poderosos vislumbram nos olhos de meninas. Uma mulher anseia pela mulher amada dela. Tarde de domingo Pacotes de casas se agacham ao longo de ruas podres, Ao redor de quem corcunda uns brilhos de sol cinzas. Um pequeno poodle perfumado, meio louco Elencos esvaziaram olhos no mundo grande. Em uma janela um menino pega moscas. Um bebê mal sujo se põe bravo. No horizonte um trem move por prados ventosos: Lentamente pinturas um golpe grosso longo.
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