Alfred Lichtenstein

Capítulo 21. O Verso de Alfred Lichtenstein

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O Verso de Alfred Lichtenstein

As bestas humanas planam junto, completamente perdido, Como se em uma rua, miseravelmente cinza e estridente. Trabalhadores fluem de portões dilapidados. Uma pessoa cansada se muda para uma redonda torre quietamente. Um carro funerário rasteja ao longo da rua, dois corcéis fora frente,, Macio como uma lombriga e fraco. E em cima de todas as mentiras um trapo velho-- O céu... pagão e sem sentido. Na Noite Fora de nuvens dobradas crescem coisas inestimáveis. Coisas muito minúsculas ficam importantes de repente. O céu é verde e opaco Abaixo lá onde o deslizamento de colinas cego. Árvores esfarrapadas cambaleiam na distância. Prados bêbedos giram em um círculo, E todas as superfícies ficam cinzas e sábias... Só aldeias abaixam glowingly: estrelas vermelhas-- Interior Um espaço grande--meio escuro... mortalmente... completamente confundido... Provocante!... delicado... sonhar-como... intervalos, portas pesadas,
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