Alfred Lichtenstein

Capítulo 20. O Verso de Alfred Lichtenstein

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O Verso de Alfred Lichtenstein

Balançando o behinds maduro deles/delas tristemente. Muito céu mente quebrado nestes secar-fora coisas... Gatos cheio de queixumes dolorosamente grito agudo canções luminosas. O Cabaré nos Subúrbios As cabeças suadas de torre de garçons sobre o quarto Como capitais altos e poderosos. Meninos piolho-montados dão risada sordidamente. E lustrando as meninas dão olhares bonitos dolorosamente. E as mulheres distantes são assim muito entusiasmadas... Eles têm centenas de mãos vermelhas, redondas, Ainda, grande, sem fim Colocado as barrigas altas, variegadas deles/delas ao redor. A maioria das pessoas está bebendo cerveja amarela. Donos de mercearia, o cigarros queimando deles/delas, bocejam. Uma mulher jovem boa canta canções vulgares. Um judeu jovem toca o piano com grande prazer. A Viagem para o Sanatório Trens de gordura abaixam para rastos altos Casas passadas que estão como caixões. Nos carros de mão de cantos com bananas se agache. Há pouco um pouco de cague faz uma criança dura feliz.
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