Alfred Lichtenstein

Capítulo 14. O Verso de Alfred Lichtenstein

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O Verso de Alfred Lichtenstein

Cigarros de vez em quando. Mentindo em minha barriga pesada, Eu gorjeio nada mais que canções de fonte. Longingly, como se em uma rampa A voz grita da garganta. E como um abajur velho O vento enegrece a alma amarga. O Grosso de um Botequineiro Reclamação É bastante para me fazer lançar a cadeira pelas vidraças do reflita Na rua-- Lá eu sento com sobrancelhas elevadas: Todas as barras estão cheias, Minha barra está vazia--não é aquele maravilhoso... Não é aquele estranho... não é que bastante para lhe fazer vômito,,, Os puxões malditos--o phonies miserável-- Todo o mundo vai certo por mim... Bagunças sangrentas... Aqui eu estou gás ardente e eletricidade-- Maio Deus e o diabo me condenam a inferno: Maldição tudo... por que é minha barra o único esvazie um... Garçons amuados, repreensivos que estão de pé ao redor-- É minha falta-- Nenhum que a pessoa maldita vem à porta-- Grampeado em um canto que eu sento com uma face esperançosa. Nenhum cliente vem.--
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