Alfred Lichtenstein
Capítulo 7. A Prosa de Alfred Lichtenstein
Ligações
ainda bebido, começou a fazer piadas ruins. Dr. Bryller vomitou.
Tudo falando, pensando, escrever é inútil; um cadáver puxou do
molhe, morto mentiroso em frente a você, arruina tudo escrito com seu
distorção terrível. Veja como a face e as mãos são rígidas como
embora segurasse em ferro! Como se eles estão gritando para adquirir fora de
eles!
VI. Cena de manicômio: a irmã ruiva insana de Martin
Müller (a Maria).
"A terra está escurecendo, disse Maria, a irmã ruiva insana,
de Martin Müller. (Ela ama o irmão dela). Ela acaricia pequeno Kohn,
mas diz: "Eu posso amar só santos." Ao redor de era as melodias de
a noite que esconde tudo como com um véu de seda: o verde
árvores, a terra ardente, o banco com a menina ruiva e o
pequeno humpback.
No manicômio: um ocupante, uma senhora com cabelo já bastante
fique cinzento*, disse: "Se a pessoa parar aqui muito longo, a pessoa fica."--Escritor moderno
que imagina ele é lá só estudar o ambiente, mas que tem, em