Alfred Lichtenstein
Capítulo 3. A Prosa de Alfred Lichtenstein
Ligações
morte, pelo menos não no próprio dele. E ele rezou diariamente ao querido Deus
antes de ele colocasse sono. "Eu sou pequeno, meu coração é puro, ninguém,
viverá lá mas Deus só." Mas se ele tivesse feito algo durante
o dia que parecia pecador a ele--e aquele quase sempre
acontecido--ele somaria (sentando em cama ou de pé se fosse
particularmente ruim) monólogos longos e arrependidos até que ele dormiu,
overfatigued, com dedos ainda dobrados e rasga nos olhos dele. Se
escuridão e medo vieram, ele sempre rezou. Gradualmente as dúvidas dele
aumentado, para o ponto onde ele teve que acreditar na própria morte dele e
abandone a fé dele em Deus. Quando ele começou escola, lá começou o
abundância de sofrer que acham algumas crianças lá.
NOTAS SOBRE O ROMANCE
Manicômio: Bryller, Lola.
Se afogando no mar: Kohn, Maria.
Suicídio: Schulz, Paulus.
Sobrevivendo: Spinoza Spass, Laaks, Mechenmal.
EU. Aparecimento no schoolyard. Peter Paulus para Kohn, Laaks