Henry Van Dyke

Capítulo 20. A Flor Vermelha - Poemas Escritos em Tempo de Guerra

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A Flor Vermelha - Poemas Escritos em Tempo de Guerra

As raízes eram grossas e o lodo e areia Foi juntado dia a dia, Não cultive um furlong fora de terra Um baixio tinha trancado o modo. Então cidade de St�voren viu anos ms, Nenhum navio pôde fora ou em. Os barcos põem rolando nos cais, E o grão mofado na caixa. As ruas grama-crescidas eram todo abandonadas, A cidade em ruína de pé, O vestido de veludo da senhora era rasgado, Os anéis dela eram vendidos para comida. O pai dela tinha perecido há muito tempo, Mas a senhora celebrou o orgulho dela. Ela caminhou com um passo desdenhoso e lento, Cultive afinal nos trapos dela que ela morreu. Ainda ainda nos cais esmigalhando da cidade, Quando os brilhos de lua de meia-noite livram, Uma mulher entra em um vestido aveludado E se espalha milho no mar. INUNDAÇÃO-MARÉ DE FLORES EM A HOLANDA O inverno vagaroso vazou tão lento Com chuva fria e neve derretendo, Parecia como se a terra ficasse Sempre onde a maré era baixa, Em verde encharcado e aguado cinza.
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