Henry Van Dyke

Capítulo 12. A Flor Vermelha - Poemas Escritos em Tempo de Guerra

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A Flor Vermelha - Poemas Escritos em Tempo de Guerra

E o'er eles pela hora de pôr-do-sol Teares, escuro e enorme, St. a torre de Rombold. Alto naquele ninho áspero escondido, Os mais doces sinos que já repicaram, Os sinos mais fundos que já degrau, Os sinos mais claros que já cantados, Está esperando pela mão do mestre Arremessar o o'er de música deles/delas a terra. E eles tocarão para-noite, Malines? Em dezenove cem e quatorze, O ano assustador, o ano de aflição,, Quando incendeia e sangue e fluxo de rapina Pela terra de Li�ge perdido, Tempestade-dirigido pela raiva alemã? Os outros carrilhões cessaram; Caído é Hasselt, Diesl caído,, De Ghent e Bruges vem nenhuma voz, Antuérpia está calada, Bruxelas bobo! Mas em campanário de thy, O Malines, O mestre dos sinos não visto Escalou onde os postos de teclado,-- Para-noite que o coração dele está nas mãos dele! Mais uma vez, antes do inferno de invasão Fraturas em volta a torre que ele ama tão bem, Mais uma vez ele golpeia as chaves gasto pelo uso,
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