Henry Van Dyke

Capítulo 11. A Flor Vermelha - Poemas Escritos em Tempo de Guerra

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A Flor Vermelha - Poemas Escritos em Tempo de Guerra

Dirigido como um rebanho de gado No estouro selvagem de batalha, Pisoteando, pisoteando, pisoteando, subjugar a costa. É o fim de tudo? A terra esmigalhará e cairá? Não, para umas respostas de voz Fora dos céus escondidos, "Assim longe, mar de O, shalt tu vá, Tão longo, O arejam, shalt tu sopro: Volte a seus saltos e cesse, E deixou a terra ter paz!" Música de O, conduza o modo-- A noite tempestuosa é passada, Erga para cima nossas cabeças para cumprimentar o dia, E a alegria de coisas que duram. A dissonância e dor Aqueles mortais têm que suportar É mudado em thine tensão imortal Para algo grande e puro. Verdadeiro amor conquistará discussão, E força de fluxos de conflito, Para discórdia é o espinho de vida E harmonia a rosa. Maio, 1916. A FRANÇA E BÉLGICA OS SINOS DE MALINES RESPEITÁVEL 17, 1914, O gabled telha de Malines velho É ruivo vermelho e cinza e verde,
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